10 Passos para Empresas Endividadas Saírem do Vermelho e Retomar o Crescimento

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Especialistas da Direto Group elencam as medidas que devem ser adotadas pelas empresas para dar a volta por cima e voltar a ter operações mais saudáveis

Em um cenário econômico desafiador, no qual muitas empresas enfrentam dificuldades para manter as contas em dia, ter um plano de ação claro, que auxilie na retomada do fôlego financeiro, é fundamental.

De acordo com Silvinei Toffanin, sócio e diretor da Direto Group – empresa de wealth management com quase 30 anos de mercado – sair do endividamento requer estratégia, disciplina e visão de longo prazo.

“O endividamento por si só não é o fim da linha. Muitas empresas se endividam para crescer ou sobreviver a crises. O problema está na falta de controle e planejamento para lidar com essas dívidas”, afirma o especialista.

Segundo Toffanin, as empresas que desejam reorganizar suas finanças para voltar a crescer de maneira sustentável precisam seguir alguns passos práticos. Para começar é fundamental levantar todos os dados financeiros da empresa, incluindo dívidas, receitas, despesas, fluxo de caixa e prazos para um diagnóstico profundo da situação em que o negócio se encontra. Somente dessa maneira será possível ter um panorama e clareza total da realidade para que uma estratégia seja traçada.

Durante esse processo, o diretor da Direto Group recomenda que as dívidas sejam classificadas por tipo (bancárias, fornecedores, fiscais, trabalhistas, entre outras), assim como por valores, prazos e juros. Assim, torna-se possível definir as prioridades.

Na sequência, a indicação é iniciar o processo de renegociação com os credores, buscando o alongamento de prazos para quitação, redução dos juros ou, se possível, uma carência temporária. “É essencial que o processo seja transparente e proativo”, pontua o especialista.

Passada essa fase, Silvinei Toffanin orienta que seja feita uma revisão completa dos custos fixos e variáveis da empresa. Dessa maneira, será possível identificar quais despesas podem ser reduzidas ou eliminadas sem comprometer a operação principal do negócio.

Outro ponto da estratégia vem com a priorização das atividades mais lucrativas da empresa. Isso significa, de acordo com o especialista em gestão e contabilidade, que o foco será totalmente voltado àquilo que realmente gera caixa. Assim, produtos ou serviços com baixa margem de lucro ou alto custo devem ser repensados.

Paralelo a isso, deve-se estabelecer um plano de reestruturação financeira para a empresa. Neste ponto, segundo o sócio da Direto Group, será necessário definir metas mensais de redução de dívidas, controle de gastos e geração de caixa. Ao mesmo tempo, deve haver a implementação de reforço da governança e do controle financeiro, por meio do fortalecimento de processos, emissão de relatórios periódicos e uso de ferramentas de gestão financeira.

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Outra recomendação é relacionada à busca por novas fontes de receita ou capital. Para isso, a empresa precisa avaliar as possibilidades de captação de recursos com investidores, linhas de crédito específicas para reestruturação ou até venda de ativos ociosos.

Para finalizar, Toffanin orienta para a manutenção do engajamento da equipe. “Afinal, o processo de recuperação da empresa dependerá diretamente de um esforço coletivo. Portanto, o plano precisa ser comunicado aos colaboradores com clareza, de forma que todos sejam envolvidos na busca pelas metas”, destaca.

Além disso, o especialista chama a atenção para o fato de que deve haver um acompanhamento rigoroso do plano traçado, com reavaliação das estratégias mensalmente, para que ajustes sejam realizados conforme os resultados e mudanças de mercado sejam notados. “O segredo está em encarar o problema de frente, com agilidade. Empresas que seguem esse caminho têm grandes chances de não apenas conquistar a recuperação total, mas de sair ainda mais fortes do que antes”, finaliza Silvinei Toffanin, sócio e diretor da Direto Group.

FONTE: Jornal Empresas e Negócios

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